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Estudo mostra casos de recuperação de crianças com microcefalia

Fiocruz revelou caso de dois bebês com microcefalia associada ao zika vírus que passaram a ter desenvolvimento normal do cérebro

Um estudo desenvolvido pela fundação Oswaldo cruz e pela universidade da Califórnia revelou dois casos de bebês com microcefalia associada ao zika vírus e que passaram a ter desenvolvimento normal do cérebro.De acordo com a pesquisadora do Instituto Fernandes Filgueira da Fiocruz doutora Maria Elisabeth Moreira, os dois bebês não tiveram destruição de massa encefálica porque a infecção ocorreu no final da gravidez, por isso com algumas intervenções foi possível reverter o quadro.As crianças que são acompanhadas desde que a infecção materna foi comprovada estão hoje com três anos.
Elas fazem parte de um grupo de 216 bebês nascidos no Rio de Janeiro de mulheres expostas ao vírus durante a gravidez, acompanhados pelo Instituto. Oito deles  apresentaram microcefalia mas a condição extrema não é a única que preocupa, já que 68 bebês apresentaram efeitos negativos no desenvolvimento neurológico, mais de 30%. De acordo com a pesquisadora, isso mostra a importância do acompanhamento intensivo desde a gestação.A própria pesquisa mostra que esse acompanhamento dá resultados já que exceto as crianças afetadas por alterações de parênquima cerebral,  de 49 crianças com anormalidades, quase metade delas tiveram avaliações normais no segundo e terceiro anos de vida.  Complicações em exames oculares também foram detectados em 9 de 137 crianças que fizeram o teste e dificuldades auditivas ocorreram em 13 de 114.

 

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